Como disse em um post anterior, resolvi criar uma lista de filmes gostosos da minha ( e de muitas outras pessoas) infância, comecei falando do meu favorito “A Família Addams”: alguns desses filmes se tornaram clássicos, outros cairam no esquecimento… vale a pena conferir:
1) Edward Mãos de Tesoura (1990):
O filme dirigido por Tim Burton me trazia um sentimento estranho. Aquele clima de romance e fantasia me fizeram acreditar por muito tempo que a neve realmente vinha das mãos (ou tesouras?) daquele personagem apaixonante. A delicadeza das músicas de Danny Elfman e a simpatia da personagem de Dianne Wiest (Peg), me fizeram chorar muito. Vocês se lembram daquela cena em que a Kim (Winona Ryder) dança na neve e ele sem querer, corta a mão dela? Claro que lembram… Cara, que sentimento aflitivo! Mas se tem uma coisa da qual não consigo esquecer são os cortes de cabelo e os bonecos que ele fazia nos jardins. Aquela cena em que o velho inventor morre, e o deixa sozinho naquela mansão escura me sensibilizou tanto, que ficava me perguntando o que o Edward faria “incompleto”. Sempre que passava na Sessão da Tarde eu não perdia e tempos depois comprei o DVD para guardar com uma das minhas melhores recordações. O filme recebeu o Oscar de melhor maquiagem em 1991 e foi o primeiro em que Johnny Depp e Tim Burton trabalharam juntos.
·O cantor Michael Jackson comprou as famosas mãos de tesoura quando foram leiloados
·Os primeiros esboços do filme foram escritos como um musical.
·A maquiagem de Johnny Depp levava cerca de 1h45 minutos para ficar pronta.
·O filme é um fábula moderna inspirada em: A bela e a Fera, e O fantasma da Ópera e Frankenstein.
Conheço muito pouco (pouquíssimo mesmo) do cinema mexicano, mas há alguns anos me esbarrei com um filme de Isabelle Tardán e fiquei simplesmente apaixonada. ‘Entre Pancho Villa y una Mujer Desnuda’ é um daqueles longas divertidos, com um toque teatral que te prendem pela delicadeza e pelo desempenho dos atores em cena.
Gina é uma mulher de cinquenta anos que tem uma carreira de sucesso e que de maneira profunda, foi se entregando e nutrindo o relacionamento com Adrián, que no início se baseava apenas em sexo. Os dois possuem uma admiração pela figura de Pancho Villa e decidem escrever um livro sobre sua história. Enquanto realizam um estudo sobre Pancho e suas mulheres, tentam sustentar seu namoro que está cada vez mais desgastado. Gina quer um filho e Adrián apenas sexo. Um dia se encontram e Gina consegue convencer Adrián de lhe fazer um filho: transam loucamente, no quarto, cozinha e na sala.
Depois de dias de espera, Gina vai até o apartamento de Adrián e descobre que ele está com outra mulher. A raiva dela é tamanha que lhe dá um tapa e, naquela chuva forte, acaba quebrando o salto. Adrián se vai, fica por tempos sem procurar Gina, aceita viajar para o jornal em que trabalha.
Ela também já cansada daquela situação, arruma um outro namorado, que tem a metade da sua idade e que a ama intensamente. Depois de meses, Adrian trata de recuperar Gina, liga todos os dias e ela nem se dá ao trabalho de atendê-lo. A figura de Pancho Villa (como uma atuação divida de Jesus Ochoa) então aparece. É a masculinidade de Adrián representanda em um homem que não aceita um “não” de uma mulher.
Onde Adrián está, Pancho vai para lhe dar dicas de como reconquistar Gina. Bom, foi aí que o filme me conquistou… A cada “ponto perdido”, a cada surpresa negativa que Gina faz para Adrián, Pancho leva um tiro. Ela conta que está namorando, que não o ama mais, que não quer vê-lo mais. Vai correndo para um praça e ele a segue, oferece o livro, já publicado que os dois começaram a escrever juntos (e que ele terminou sozinho), ele diz que fez uma dedicatória para ela. “Mas a mão, Adrián? A mão?”. Pancho incita Adrián a matá-la, todo o tempo. “Não a deixe fugir”. Adrián aponta uma arma para Gina, atira… e quando percebe, o que tem nas mãos é apenas um livro. Gina o deixa sozinho na praça. Adrián se ajoelha e ela já não está mais, ele chora e Pancho leva um ultimo tiro, e cai sobre a fonte, desfalecido.
O filme ganha uma dinamicidade muito grande desde aí. A situação muda completamente de contexto e a procura constate agora, parte do homem. Sabe, não tem mais o que falar a não ser ASSISTAM, NÃO PERCAM!
Diana Bracho está lindíssima, exalando feminilidade no auge dos seus cinquenta e poucos anos… O filme está disponível no Youtube, os links seguem abaixo:
Este é o primeiro e único livro (por enquanto) que li de Gabriel Garcia Marquez, o título sugestivo, talvez esconda a delicadeza da história de um senhor de noventa anos que decide passar uma noite de amor com Delgadina, uma prostituta adolescente e virgem.
O ‘Sábio”, como é chamado, acaba se apaixonando. E é justamente aí que se percebe a sensibilidade do autor, que realiza uma reflexão profunda sobre a velhice e sobre a espera da morte. O personagem principal é de uma complexidade tamanha, que nos faz pensar o quão triste pode ser a solidão: “Nunca me deitei com mulher alguma sem pagar, e as poucas que não eram do ofício convenci pela razão ou pela força que recebessem o dinheiro nem que fosse papra jogar no lixo”.
Quando se pega apaixonado, considera aquela sensação como a de um “amor de adolescente”. Se pega horas grudado ao telefone esperando a ligação de Rosa Cabarcas (a dona do bordel): “até que descobri que aquele telefone não tinha coração”. Pois o coração daquele senhor, era tão virgem quanto a prostituta: nunca tinha amado ninguém.
Bom, o livro ganhou uma adaptação para o cinema:
O filme de 2011, dirigido por Henning Carlsen está disponível para download no site Cine Conhecimento, segue o link:
Ovelho El Sabio é jornalista num pequeno povoado do México. Solteiro convicto, nunca conseguiu se relacionar a fundo com uma mulher desde a morte de sua mãe. As mulheres de sua vida foram sempre prostitutas. Agora, às vésperas do seu aniversário de 90 anos, ele resolve se dar um presente: uma noite de amor com uma adolescente virgem. Ele faz o pedido à dona do bordel que frequenta desde a juventude, que lhe apresenta uma jovem de 14 anos. Já no fim de sua vida, El Sabio vai finalmente descobrir o que é estar apaixonado.
Sabe aquela fase em que as crianças ficam viciadas em um filme ou vídeo e o assistem repetidamente durante a semana, várias vezes ao dia? Pois é, ontem enquanto arrumava a gaveta dos diários (é, eu escrevo em diários desde os oito anos e guardo todos eles), me deparei com uma lista de filmes preferidos. Aí me bateu aquele sentimento tão nostálgico (acompanhado daquele pensamento “a TV não é a mesma de antes”) que resolvi fazer uma seqüência de posts semelhantes a famosa corrente de internet “Sinta-se velho em apenas um click” sobre filmes, novelas e desenhos que as crianças dos anos 90 (ou pelo menos, muitas delas) adoravam… – vamos começar pelo cinema (o primeiro post em especial, vai para o meu favorito).
A FAMÍLIA ADDAMS
Estamos ficando velhos meus amigos, esse filme foi gravado há 21 anos atrás! A deliciosa história de humor negro que retrata a aventura da família rica e esquisita foi baseada na série televisiva transmitida nos EUA na década de 1960 e originalmente criada por Charles Adams em 1930. Com manias muito diferentes do comum, a família é chefiada por Gómez e Mortícia (que tinha uma paixão pelo cultivo de plantas venenosas). Também é composta por seus dois filhos sádicos: Vandinha e Feioso, por Tio Chico (especialista em explosivos) e pela vidente Vovó Addams. A mansão tem dois empregados assustadores: Mãozinha e Tropeço.
No primeiro filme (1991) descobrem que o Tio Chico não morreu no Triângulo das Bermudas como imaginavam, ele estava vivo, mas perdera a memória e por isso, vivia cercado de aproveitadores.
Já no segundo (de 1993), Mortícia e Gómez trazem mais um membro a família e contratam uma Babá para cuidar do pequeno monstrinho. Feioso e Vandinha sentem ciúmes e fazem de tudo para destruí-lo até serem mandados para uma pavorosa Colônia de Férias.
O filme de 1998, O Retorno da Família Addams era de longe, o que menos gostava, parece que perderam a fórmula (o mais fraco da série). A Família foi convidada para uma reunião familiar, mas quando chegam, descobrem que era uma reunião da família Adams e não Addams.
Vocês se lembram do desenho que era transmitido todas as manhãs pelo SBT? Pois é a primeira versão é de 1973, mas fez tanto sucesso que Hanna-Barbera decidiu fazer uma nova versão em 1992.
Como estão os atores agora?
No dia 16 de outubro de 1994, Raúl Julia sofreu um sério derrame cerebral, caindo em um profundo coma e vindo a falecer no dia 24 de outubro daquele ano, aos 54 anos.
Anjélica Huston participa do seriado SMASH (exibido no Brasil pela Universal) como a produtora cultura Eileen. Seu último filme foi 50/50, atualmente tem 60 anos.
Christina Ricci, a Vandinha, hoje tem 32 anos, seu último filme foi Bel Ami (2011), participa também da série Pan Am (exibida no Brasil pela Sony).
Christopher Lloyd hoje tem 74 anos, sua última participação na TV foi em The Fringe.
E olha, eu acabei encontrando umas fotos tão legais (algums até dos backstage, confira!)
Não se pode esperar coisa melhor de um filme que surgiu de Seth MacFarlane, o criador de Family Guy e American Dad. A história começa em 1985, quando John Bennett (Mark Wahlberg) um garoto nada popular, ganha de presente de Natal um ursinho (daqueles que dizem “ eu te amo”). John faz um pedido mágico e pede para que Ted ganhe vida e se torne o seu melhor amigo para sempre. O desejo se realiza e Ted se torna repentinamente, uma celebridade, mas como tantas outras, após 27 anos, acaba sendo esquecido. Os dois amigos se mudam para um apartamento onde usam drogas e assistem séries todo o tempo. John namora há quatro anos com Lori (Mila Kunis) que percebe que está na hora do namorado amadurecer.
Não se enganem os pais que acreditam que a história é um filme infantil. Recheado de piadinhas fortes, de humor negro e referências a cultura pop dos anos 80, o filme sugere situações engraçadíssimas! Vale a pena conferir.
Nessa semana terminei de ler a “trilogia” de cinco livros escritos por Douglas Adams, obra que tem mais de 15 milhões de exemplares vendidos no mundo. Repleto de bom humor, o autor se aproveita de uma narrativa rápida e situações inimagináveis para envolver o leitor em um dimensão fantástica de ficção científica. O guia dos mochileiros das galáxias, não se restringe apenas a um público específico, qualquer um que esteja disposto a viajar nesse universo fantástico criado pelo autor tem a oportunidade de se divertir imensamente com tantas sátiras afiadas.
O projeto inicial do guia começou com uma série de rádio e, depois com uma compilação para fita cassete. Transformado em livro, tornou-se em um best seller mundial e foi parar na televisão inglesa e nos cinemas. Como personagem principal, o livro nos apresenta Arthur Dent, um terráqueo azarado, que escapa (por intermédio de Ford Prefect – um amigo de outro planeta que vivia na Terra disfarçado) da destruição do planeta. A viagem frenética dos aventureiros, sempre acompanhadas de perguntas como: “ Para onde iremos?”, “Onde estamos?”, fica mais interessante com a chegada de outros três personagens: Zaphod, Trillian e Marvin.
Marvin, o Robô paranoide.
Marvin é, sem dúvida, o meu preferido. O robô paranoide possui uma inteligência tão grandiosa que consegue realizar cálculos mais complexos e de forma ágil do que qualquer computador de última geração do mundo, mas sua inteligência é tão grande e tão incompreensível, que o robozinho vive deprimido porque não consegue se comunicar direito com ninguém. Os últimos que tentaram ouvi-lo ficaram loucos.
Uma das dicas do Guia é: “Não entre em pânico e carregue uma toalha”. Segundo o Guia, a toalha é um dos objetos mais úteis para um mochileiro, por sua praticidade (pode ser usado como agasalho nas frias luas de Beta de Jagla), ou para deitar-se embaixo dela sob as estrelas avermelhadas de Karkrafoon, ou mesmo agitá-la em situações de emergência. A busca do primeiro livro é tentar responder a pergunta fundamental para a vida, o universo e tudo mais. Através da criação de um computador supercapacitado, descobriram que a resposta é: 42 e que a pergunta não tinha sido bem elaborada.
Mas e o Guia dos Mochileiros das Galáxias, o que é?
. “O Guia dos Mochileiros das Galáxias – um livro que não é da Terra, jamais foi publicado na Terra e, até o dia em que ocorreu a terrível catástrofe, nenhum terráqueo jamais o visto ou sequer falado nele. Apesar disso é um livro realmente extraódinário (…) Em muitas das civilizações o livro já substituiu a grande Enciclopédia Galática como repositório-padrão de todo o conhecimento e sabedoria, pois ainda que contenha muitas omissões e textos apócrifos, ou pelo menos terrivelmente incorretos, ele é superior a obra mais antiga e mais prosaica em dois aspectos importantes: em primeiro lugar é terrivelmente mais barato e em segundo lugar, traz na capa, em letras garrafais e amigáveis,a frase: Não entre em pânico!”
A trilogia de cinco se constitui dos seguintes livros:
– O Guia dos Mochileiros das Galáxias
– O Restaurante no Fim do Universo
– A vida o Universo e Tudo Mais
– Até mais, e obrigado pelos peixes
– Praticamente Inofensiva
* Há uma continuidade, o sexto livro, “ E tem mais outra coisa” foi escrita por Eoin Colfer, autor da série Artemis Fowl.
No dia 25 de maio, os fãs carregam uma toalha o dia inteiro com eles, usando como capa, ou turbante, enfim, cada um carrega como deseja. O dia foi eleito como uma homenagem ao autor que faleceu em 25 de maio de 2001. O Dia da Toalha é comemorado em vários países e cada vez mais difundido pela internet.
Estou começando a acreditar naquela frase que anda tão comum e sendo compartilhada tantas vezes pelo facebook e twitter. Na mensagem o autor diz que é preciso parar de se apegar e correr atrás, porque as pessoas gostam do que não tem. Pois é, eu ando mesmo achando que essa dica mágica funciona. Parece que o apego constante, a preocupação latente nos torna cada vez mais dependente de algo ou alguém que no fim das contas, não nos pertence. É claro que o desapego (principalmente quando gostamos pra caramba, estamos apaixonados e muitas vezes exigimos do outro o que ele não pode dar) não é um processo fácil, parece até desperdício dos nossos sentimentos. Você se apruma toda, fica horas arrumado uma roupa bacana e quando encontra com ele no corredor, não recebe nem um olhar. Ou então, passa a noite ligando para saber se aquela dor no pescoço dela melhorou e depois descobre que ela não atendeu a sua chamada porque preferiu (simplesmente), não atender.
Aí você percebe que está se anulando, que aquela situação vai ficando dolorida e desgastante demais. Você percebe que aquele lugar no seu coração, que você reservou faz tempo não será preenchido e que a relação se tornou uma via de mão única (só você cede, só você se preocupa). Você sempre escuta a sua amiga reclamar dos problemas com o marido, com o filho e quando a encontra para falar dos seus problemas (que também são muitos) recebe dela: “desculpe querida, estou com pressa!”. Talvez um amadurecimento seja necessário, chega um momento que ser gentil demais não está ajudando muito.
A personagem de Carmen Maura, Pepa, em “Mulheres a beira de um ataque de nervos” (filme de Almodóvar) é um exemplo gostoso de que essa procura constante da resposta específica que esperamos é inevitavelmente cansativa. Pepa se descobre grávida de Ivan e tenta ter dele as justificativas por tê-la abandonado. Mas ela vai se cansando, vai vendo que não precisa mais dele nem daquela situação melancólica toda. Ela percebe que é a sua vez de dizer: não, que ficar de braços abertos o todo o tempo, já não dá mais. Na verdade (se é que há alguma verdade neste contexto), você percebe que mudanças são necessárias e que elas não podem ser feitas ou tomadas por outra pessoa do que por você mesmo.
A atriz Carmen Maura como Pepa em “Mulheres a beira de um ataque de nervos”
Hoje o Parque Municipal de Belo Horizonte não fechará às 18h, como de costume. Ao contrário disso, o local irá receber uma maratona de atividades artísticas (intervenções, oficinas, exposições de curtas, espetáculos) que serão realizadas até as 6h da manhã! O evento, que acontecerá pela primeira vez na capital mineira, conta também com a gastronomia que também estará presente no evento ( um exemplo é a Chefe Agnes Farkasvolgi e outros convidados que apresentarão menus entre R$ 5 a R$20).
A mostra de filmes em homenagem ao centenário de Nelson Rodrigues com exibição no Oi Futuro, está a fantástica! Desde o dia 1º de Setembro, é possível conferir obras cinematográficas baseadas nas peças de um dos maiores dramaturgos brasileiros. Confira os dias e horários das próximas exibições:
Dia 15“Beijo no Asfalto” – 1981- Direção: Bruno Barreto
Um desconhecido é morto ao ser atropelado por um ônibus e, agonizante, pede a um bancário que lhe dê um beijo na boca. Este gesto é transformado em escândalo pela imprensa sensacionalista e o homem que cometeu o “crime” de beijar passa a ser alvo de preconceito popular e também a ser investigado pela polícia.
Classificação etária: 14 anos19h | Multiespaço | Entrada franca
Dia 22 – “A Dama do Lotação” – 1978 – Direção: Neville D`Almeida
Carlos (Nuno Leal Maia) e Solange (Sônia Braga) se amam desde jovens e se casam. Na noite de núpcias, Solange resiste ao marido, que, impaciente, acaba estuprando-a. Para se satisfazer, ela assume outro comportamento e começa a fazer sexo com homens que não conhece. Daí entra numa rotina diária de seduzir homens em coletivos.
Classificação etária: 18 anos19h | Multiespaço | Entrada franca
cena do filme “Os Sete Gatinhos”, com Lima Duarte
Dia 29“Os Sete Gatinhos” – 1980 – Neville D`Almeida
O filme conta a história de Silene, a caçula das cinco filhas de Aracy e Seu Noronha. A mais mimada de todas e, por ser a única “pura”, tem o direito a uma boa educação em um colégio interno. Mas logo a vida da Família Noronha toma um rumo diferente, quando a garota é acusada, no colégio, de matar a pauladas uma gata grávida.
19h | Multiespaço | Entrada franca
Dia 21, sexta-feira – excepcionalmente“Bonitinha, mas ordinária” – 1964 – Direção: J. P. de CarvalhoUma moça rica fica obcecada ao ler no jornal a notícia de um curra sofrida por uma empregadinha. Pede ao amante, seu cunhado, que a faça ser vítima de idêntico ato. Quando a família da moça toma conhecimento dos fatos, procura, desesperadamente, arranjar-lhe um casamento.