O fotógrafo Dave Engledow realizou uma série de fotografias com sua pequena filha Alice, a qual chamou de “Melhor pai do mundo”. Confira nas imagens, situações divertidas e cômicas de um “pai imprudente” e de um imenso senso de humor. * É claro que as imagens são baseadas em pura caracterização, ótimas do mesmo jeito.
Autor: Thais dos Reis
O bicho de pelúcia mais politicamente incorreto do cinema
Não se pode esperar coisa melhor de um filme que surgiu de Seth MacFarlane, o criador de Family Guy e American Dad. A história começa em 1985, quando John Bennett (Mark Wahlberg) um garoto nada popular, ganha de presente de Natal um ursinho (daqueles que dizem “ eu te amo”). John faz um pedido mágico e pede para que Ted ganhe vida e se torne o seu melhor amigo para sempre. O desejo se realiza e Ted se torna repentinamente, uma celebridade, mas como tantas outras, após 27 anos, acaba sendo esquecido. Os dois amigos se mudam para um apartamento onde usam drogas e assistem séries todo o tempo. John namora há quatro anos com Lori (Mila Kunis) que percebe que está na hora do namorado amadurecer.
Não se enganem os pais que acreditam que a história é um filme infantil. Recheado de piadinhas fortes, de humor negro e referências a cultura pop dos anos 80, o filme sugere situações engraçadíssimas! Vale a pena conferir.
Não entre em Pânico!
Nessa semana terminei de ler a “trilogia” de cinco livros escritos por Douglas Adams, obra que tem mais de 15 milhões de exemplares vendidos no mundo. Repleto de bom humor, o autor se aproveita de uma narrativa rápida e situações inimagináveis para envolver o leitor em um dimensão fantástica de ficção científica. O guia dos mochileiros das galáxias, não se restringe apenas a um público específico, qualquer um que esteja disposto a viajar nesse universo fantástico criado pelo autor tem a oportunidade de se divertir imensamente com tantas sátiras afiadas.
O projeto inicial do guia começou com uma série de rádio e, depois com uma compilação para fita cassete. Transformado em livro, tornou-se em um best seller mundial e foi parar na televisão inglesa e nos cinemas. Como personagem principal, o livro nos apresenta Arthur Dent, um terráqueo azarado, que escapa (por intermédio de Ford Prefect – um amigo de outro planeta que vivia na Terra disfarçado) da destruição do planeta. A viagem frenética dos aventureiros, sempre acompanhadas de perguntas como: “ Para onde iremos?”, “Onde estamos?”, fica mais interessante com a chegada de outros três personagens: Zaphod, Trillian e Marvin.

Marvin é, sem dúvida, o meu preferido. O robô paranoide possui uma inteligência tão grandiosa que consegue realizar cálculos mais complexos e de forma ágil do que qualquer computador de última geração do mundo, mas sua inteligência é tão grande e tão incompreensível, que o robozinho vive deprimido porque não consegue se comunicar direito com ninguém. Os últimos que tentaram ouvi-lo ficaram loucos.
Uma das dicas do Guia é: “Não entre em pânico e carregue uma toalha”. Segundo o Guia, a toalha é um dos objetos mais úteis para um mochileiro, por sua praticidade (pode ser usado como agasalho nas frias luas de Beta de Jagla), ou para deitar-se embaixo dela sob as estrelas avermelhadas de Karkrafoon, ou mesmo agitá-la em situações de emergência. A busca do primeiro livro é tentar responder a pergunta fundamental para a vida, o universo e tudo mais. Através da criação de um computador supercapacitado, descobriram que a resposta é: 42 e que a pergunta não tinha sido bem elaborada.
Mas e o Guia dos Mochileiros das Galáxias, o que é?
. “O Guia dos Mochileiros das Galáxias – um livro que não é da Terra, jamais foi publicado na Terra e, até o dia em que ocorreu a terrível catástrofe, nenhum terráqueo jamais o visto ou sequer falado nele. Apesar disso é um livro realmente extraódinário (…) Em muitas das civilizações o livro já substituiu a grande Enciclopédia Galática como repositório-padrão de todo o conhecimento e sabedoria, pois ainda que contenha muitas omissões e textos apócrifos, ou pelo menos terrivelmente incorretos, ele é superior a obra mais antiga e mais prosaica em dois aspectos importantes: em primeiro lugar é terrivelmente mais barato e em segundo lugar, traz na capa, em letras garrafais e amigáveis,a frase: Não entre em pânico!”
A trilogia de cinco se constitui dos seguintes livros:
– O Guia dos Mochileiros das Galáxias
– O Restaurante no Fim do Universo
– A vida o Universo e Tudo Mais
– Até mais, e obrigado pelos peixes
– Praticamente Inofensiva
* Há uma continuidade, o sexto livro, “ E tem mais outra coisa” foi escrita por Eoin Colfer, autor da série Artemis Fowl.
No dia 25 de maio, os fãs carregam uma toalha o dia inteiro com eles, usando como capa, ou turbante, enfim, cada um carrega como deseja. O dia foi eleito como uma homenagem ao autor que faleceu em 25 de maio de 2001. O Dia da Toalha é comemorado em vários países e cada vez mais difundido pela internet.
Uma história de amor contada por imagens
A vida do casal : Taylor Morris e Danielle Kelly se popularizou na internet após a divulgação das imagens que retratam o dia-a-dia de dedicação e união que levam. Taylor Morris, que é especialista em desarmamento de bombas no afeganistão perdeu os braços e as pernas após uma explosão (ele pisou em uma mina) e desde que voltou para casa, tem todo o apoio e carinho da namorada.
O acidente ocorreu em maio do ano passado, e desde então, o casal criou um blog para arrecadar dinheiro para a compra de próteses.
Neste último fim de semana, faz cinco meses que ocorreu o acidente
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Dica
Fricassé de frango
Ingredientes:
1 k de mandioca
2 cx de creme de leite
2 peitos de frango cozido e desfiado
1 cabeça de alho socado
1 cebola média picadinha
sal a gosto
2 pacotes de batata palha
Preparo:
Cozinhe a mandioca, deixe esfriar, bata no liquidificador com um pouco de água e reserve. Em uma panela grande coloque óleo, doure a cebola, o alho, o sal e junte o frango. Mexa até o frango ficar levemente dourado. Acrescente a mandioca batida e deixe pegar o tempero. Quando começar a borbulhar prove para saber se precisa acrescentar sal, desligue o fogo e acrescente o creme de leite. Quando for servir coloque a batata palha por cima.
Obs: Para não estragar o liquidificador bata a mandioca fria e verifique se precisa de mais água para bater.
As perucas de água de Tim Tadder
O famoso fotógrato Tim Tadder apresentou um novo projeto de tom humorístico. Com apenas um clique no obturador, o artista capturou a explosão de balões cheios de água que foram jogados em cima da cabeça de homens carecas, fazendo ilustrações diversas que simulam penteados! Confira as divertidas imagens:
É a minha vez de dizer não…
Estou começando a acreditar naquela frase que anda tão comum e sendo compartilhada tantas vezes pelo facebook e twitter. Na mensagem o autor diz que é preciso parar de se apegar e correr atrás, porque as pessoas gostam do que não tem. Pois é, eu ando mesmo achando que essa dica mágica funciona. Parece que o apego constante, a preocupação latente nos torna cada vez mais dependente de algo ou alguém que no fim das contas, não nos pertence. É claro que o desapego (principalmente quando gostamos pra caramba, estamos apaixonados e muitas vezes exigimos do outro o que ele não pode dar) não é um processo fácil, parece até desperdício dos nossos sentimentos. Você se apruma toda, fica horas arrumado uma roupa bacana e quando encontra com ele no corredor, não recebe nem um olhar. Ou então, passa a noite ligando para saber se aquela dor no pescoço dela melhorou e depois descobre que ela não atendeu a sua chamada porque preferiu (simplesmente), não atender.
Aí você percebe que está se anulando, que aquela situação vai ficando dolorida e desgastante demais. Você percebe que aquele lugar no seu coração, que você reservou faz tempo não será preenchido e que a relação se tornou uma via de mão única (só você cede, só você se preocupa). Você sempre escuta a sua amiga reclamar dos problemas com o marido, com o filho e quando a encontra para falar dos seus problemas (que também são muitos) recebe dela: “desculpe querida, estou com pressa!”. Talvez um amadurecimento seja necessário, chega um momento que ser gentil demais não está ajudando muito.
A personagem de Carmen Maura, Pepa, em “Mulheres a beira de um ataque de nervos” (filme de Almodóvar) é um exemplo gostoso de que essa procura constante da resposta específica que esperamos é inevitavelmente cansativa. Pepa se descobre grávida de Ivan e tenta ter dele as justificativas por tê-la abandonado. Mas ela vai se cansando, vai vendo que não precisa mais dele nem daquela situação melancólica toda. Ela percebe que é a sua vez de dizer: não, que ficar de braços abertos o todo o tempo, já não dá mais. Na verdade (se é que há alguma verdade neste contexto), você percebe que mudanças são necessárias e que elas não podem ser feitas ou tomadas por outra pessoa do que por você mesmo.

Molho de alho
Ingredientes:
1 pote de 500g de maionese
1 cx de creme de leite
1 dente de alho
1 molho de salsinha picada (lave, escorra a água e deixe secar)
Sal a gosto
Preparo:
Coloque todos os ingredientes no liquidificador e bata bem, coloque em uma vasilha com tampa. Conserve na geladeira. Use para acompanhar saladas, carne e pães.
CAPADOCIA
A série de alto padrão da HBO Latino-americana surpreende pela delicadeza em que as situações são representadas.
Personagens riquíssimos se interagem em um cenário obscuro de historias pessoais ainda mais chocantes. São mulheres que (fatalmente ou não) tiveram a vida drasticamente transformada após serem presas em Capadócia, um presídio mexicano, cuja diretora Teresa Lagos, tenta sensivelmente defender os direitos das reclusas e torna-las um pouco mais humanas.
As representações são divinas e os personagens parecem muito próximos das “pessoas de carne e osso”, convivendo diariamente com o lado animalesco e violento do ser humano, que quando está trancafiado em uma cela, perde em parte, o senso de espaço e integração social
O drama das detentas mantém o clima de ação e suspense sempre vivo. Dos melhores personagens (que por sinal, são muitos), não se pode deixar de citar “La Negra”. A agente penitenciária de caráter duvidoso torna-se por vezes engraçada no duro (me arriscaria a dizer: cruel) tratamento que dá as detentas. Utiliza-se de força bruta desnecessária e além do assédio sexual com as reclusas, envolve-se na exploração da força de trabalho e da mão de obra barata.
O drama pessoal do Drº José Burian, psiquiatra do presídio é fascinante. Filho de uma prostituta e um padre tenta esconder a todo o momento seu passado maçante que se tornou ainda mais cruel, quando sua mãe foi presa. Burian mostra-se sempre atento aos problemas das detentas, porta-se de maneira generosa com todas elas, mas não resiste a noites de orgias e bebidas.

Não se pode esquecer de Andréa, filha mais velha e problemática de Tereza, que após a separação dos pais, torna-se uma garota rebelde e “insuportável”. Andréa faz de tudo para chamar atenção dos pais, que estão sempre ocupados, o drama da menina vai ficando ainda mais obscuro quando ela se apaixona por um aluno da sua mãe, sem saber que os dois estão tendo um caso.
A representação da penitenciaria pela TV Mexicana ilustra uma situação que não está tão distante do Brasil, são mulheres de várias idades e níveis sociais, confinadas em um local que as torna cada vez mais animalescas (banhos comunitários, celas sujas, sexo, abandono, violência). A exibição da terceira temporada está marcada para o dia 19 de setembro, com exibição no Brasil pelo HBO Signature.








































