October Gale

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Há muito eu não assistia um filme com a Patrícia Clarkson, uma atriz que eu AMO! Mas sei lá, fui com expectativas demais e acabei decepcionada. October Gale, lançado esse ano, é um suspense interessante, mas meia boca. Bonito, mas nem um pouco impactante. Talvez por ter um desenvolvimento lento e por apresentar personagens cujo drama psicológico se abordou superficialmente. O filme conta a história de Helen, uma médica com cerca de cinquenta anos que acaba de perder o marido. De luto, ela decide passar uma temporada em sua casa no lago, mas é surpreendida com a chegada de um homem baleado. Misterioso e envolvente, Will acaba conquistando Helen e ela, sem perceber, se envolve em uma teia de assassinato. O filme tem seus pontos positivos, principalmente as paisagens e a trilha sonora (que é linda!) …

P.S. Tim Roth no elenco!

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eu queria morar na Casa das Sete Mulheres…

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A casa das sete mulheres foi transmitida na Rede Globo em 2003, ou seja, eu tinha doze anos. Lembro que passava muito tarde e que minha mãe ficava emburrada comigo porque eu não perdia um capítulo e não conseguia acordar sem atraso para ir à aula no dia seguinte. O fato é que eu era apaixonada pela série e mais ainda pela história de cada uma das personagens. Eu desligava a televisão, tarde da noite, e ia me preparar para dormir, pensando como seria se eu tivesse nascido naquela época e vivido naquela casa.

untitled-5Cheguei até a começar a ler o livro, mas não dei continuidade porque era uma leitura pesada e não conseguia assimilar muito bem as informações e os termos. Assistir a história daquelas mulheres e entender a condição feminina da época me deixava inquieta, mas extremamente admirada porque todas elas eram muito fortes.

Lembro que foi o estouro da Camila Morgado, ela ganhou o coração do Brasil na pele da Manoela… mas eu amava a Dona Caetana, a Maria e a Rosa. Pra falar a verdade da Maria só gostava mesmo porque era a Nívea Maria que interpretava… E a Rosa, era a maravilhosa da Ana Beatriz Nogueira, por quem eu morria de amores (e ainda morro, claro e evidente).

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mulheres

Revendo as cenas me dou conta de algumas descaracterizações cometidas pela Rede Globo  quanto aos personagens, como a relação romanceada entre Manoela e Garibaldi, por exemplo. Mas ok, acho que isso não tira o mérito da série, que é linda e emocionante a cada episódio. E olha que eu nunca fui uma pessoa romântica, mas vivia torcendo para a Rosário e a Mariana viverem livres com seus amores, até então proibidos.

Duas cenas me marcaram muito nessa série, uma foi quando a mãe da Manoela a castiga ao descobrir que ela não é mais virgem. Eu ficava morrendo de dó da menina e me colocava no lugar dela, naquela situação humilhante e assustadora em que a mãe a leva para o quarto e pede queeliane_giardini02 abram suas pernas e vejam se ela é “moça ou não é”. Outra foi quando atacam a fazenda e as mulheres, desprotegidas e sem seus maridos (que estavam em viagem), são obrigadas a pegarem nas armas….Aliás, o que era aquela trilha sonora maravilhosa que até hoje não sai da minha cabeça?

Engraçado é que eu sempre me simpatizei pela Giovanna Antonelli, mas a odiava como Anita Garibaldi com todas as minhas forças, talvez porque na época encarava ela como a responsável por estragar a tão idílica vida amorosa de Manoela. Ah… e cara! Como eu adorava a Caetana e achava ela linda, e maravilhosa e aqueles cachos e aqueles olhos, e AH MEU DEUS, ela e o Bento eram o casal mais perfeito do mundo! (perfeitos mais ou menos né, porque o Bento era meio ausente e dava espaço pra concorrência…) Falando nos dois, cês lembram da participação da Irene Ravache como ex-esposa do Bento? Eu até tremia quando ela aparecia!

Ô série boa, que eu não canso de rever…

P.S. Eu queria colocar uma foto da Ana Beatriz Nogueira como Dona Rosa, mas não achei nenhuma que prestasse, cês acreditam?

Amok

Amok Fanny ArdantAmok não me encantou muito, fiquei ligada na tela por causa da Fanny Ardant. Mesmo com a proposta super interessante, algo impediu que eu criasse empatia com o personagem principal. O filme foi produzido em 1993, dirigido por Joel Farges e baseado numa história criada de Stefan Zweig. A trama, que se passa em 1939, gira em torno de um médico alemão chamado Steiner que conta suas memórias à um grupo de viajantes enquanto prepara-se para sair de Goa para Conchin, no sul da índia.

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Steiner, um médico alcoólatra e depressivo, conta para os companheiros como se deu sua queda, como deixou de ser um médico respeitoso para se transformar em um “zé ninguém”. Através de um flashback descobrimos que enquanto ele trabalhava em uma remota clínica em colônias portuguesas, connheceu uma encantadora mulher francesa (Elle, Fanny Ardant), por quem se apaixonou perdidamente, era uma mulher de traços “brancos e finos” que não via há muitos anos… No entanto, Elle era casada com um influente diplomatada português e para piorar, estava grávida de três meses. Steiner se surpreende quando Elle a procura e oferece uma fortuna para que ele realize um aborto. Apaixonado e atordoado, Steiner se nega a fazê-lo e oferece uma contra-proposta, tentando forçar Elle a transar com ele. (É… meio pesado né?)

Acho que esse é um dos grandes problemas do filme, tratar com indiferença uma situação tão obscura. O fato é que depois de se negar a se envolver com o médico e sentir-se completamente perdida, Elle não desiste de fazer um aborto e, depois de sofrer muito para tomar a decisão, vai fazê-lo em uma situação precária, com mulheres sem nenhum preparo médico. É claro, Dr. Steiner enlouquece com a ideia de não ter oferecido ajuda à amada, mas quando se dá conta… é tarde demais.

sobre Lima Barreto….

Lima Barreto

Nunca pesquisei mais a fundo sobre a história do Lima Barreto, e às vezes, com essa minha cabeça fraca, o confundia com outros autores. O pouco que sei sobre ele é que foi neto de escravos, que não foi um escritor reconhecido quando vivo, que era alcoólatra, que foi internado em uma instituição psiquiátrica e que morreu jovem, com apenas 41 anos.

Há alguns meses estou lendo uma pequena coleção de crônicas do autor, realizada pela Folha de São Paulo. Fiquei muito (positivamente) surpresa com os textos e impressionada com o fato de Lima Barreto denunciar certas situações sociais que se repetem nos nossos tempos. Quero dizer, é estranho pensar que os textos críticos dele, publicados em 1918, continuam tão atuais.

Ao mesmo tempo lê-lo é ser transportado para um Rio de Janeiro de cem anos atrás, onde as crianças brincavam nos jardins, onde os jovens andavam de bondinhos e as moças estudavam para serem normalistas… É realmente engrandecedor ler suas denúncias contra o racismo, contra a corrupção, suas críticas atentas aos serviços públicos, sobre o seu carinho em relação ao carnaval…

PolicarpoP.S – Para falar a verdade, sempre me simpatizei com Lima Barreto, mesmo tendo lido tão pouco suas obras. Adoro Triste fim de Policarpo Quaresma, foi uma das minhas leituras do ensino médio quando estudávamos o pré-modernismo na escola. Depois comprei o livro e reli em outros momentos… 

– Lima Barreto e as mulheres –

Como eu não sabia desse lado jornalista do Lima Barreto e não fazia ideia de seus posicionamentos sociais, fiquei realmente impressionada com a sua concepção em relação às mulheres… São várias as crônicas em que ele critica a condição feminina, ora a favor das mulheres assumirem cargos públicos, ora ironizando um livro que diz que elas nasceram para ser boas esposas, ora defendendo as donas de casa e o divórcio…Em uma de suas crônicas, por exemplo, ele denuncia a violência doméstica:

“Nós já tínhamos os maridos que matavam as esposas adúlteras, agora temos os noivos que matam as ex-noivas. De resto, semelhantes cidadãos são idiotas. É de supor que quem quer casar deseje que a sua futura mulher venha para o tálamo conjugal com a máxima liberdade, com a melhor boa-vontade, sem coação de espécia alguma, com ardor, com ânsia e grandes desejos: Como é que castigam as moças que confessam não sentir mais pelos namorados amor ou coisa equivalente? […] O esquecimento de que elas são, como todos nós, sujeitas a influências várias que fazem flutuar as suas inclinações, as suas amizades, os seus gostos, os seus amores, é coisa tão estúpida que só entre selvagens deve ter existido.”

O Vilarejo

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Há tempos eu queria ler algo do Raphael Montes; me chama atenção o fato de ele ser um escritor tão jovem e de sucesso. Terminei de ler o “O Vilarejo”, seu mais recente livro, e fiquei meio dividida: gostei da essência da trama e dos temas, mas achei a narrativa fraca e pouco desenvolvida. Preciso ler mais algum livro dele para tirar esse impressão (ou confirmá-la). O fato é que esse livro, apesar do gênero, é bem tranquilo… são tão poucas páginas que passam correndo aos olhos. Quando você percebe, já terminou.

O livro se inicia com um narrador-personagem, que conta como recebeu um manuscrito com sete histórias trágicas, relacionadas à sete demônios (e aos setes pecados) – todas os contos são ambientados em um mesmo lugar: um vilarejo onde os moradores, cercados de neve e famintos, cometem atos asquerosos… Alguns em prol da sobrevivência, outros por vingança, por amor ou por ódio, o fato é que existe em todos eles, uma “sementinha do mal”.  

No livro existe uma mistura de tudo o que a gente já viu em filmes de terror ou leu em livros de suspense: assassinato, estupro, canibalismo…. Mas não há aquele choque, ou repulsa (talvez, apenas no primeiro conto). O autor tratou as tramas com tanta rapidez e as ambientou tão superficialmente que não deu tempo de se envolver, de mergulhar na história. Uma pena, porque ele escreve muito bem. O livro me remeteu a dois filmes: A Vila e Dogville.

Sou boba mesmo, é daí?

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Entrei em crise outro dia porque num de seus discursos, minha avó me chamou de “boba”, disse que eu faço coisas boas para pessoas que não merecem. Fui criada em uma família que, independente a situação: o importante é sair por cima. Não que não sejam fraternos, mas quase nenhum dos meus parentes (salvo poucos deles) deixam de tentar levar vantagem em alguma coisa. Digo, nas pequenas coisas. Ninguém quer deixado para trás, eles querem comer o melhor pedaço e de preferência, não pagar por isso. Sei que todos eles tem seus valores e no fundo, são pessoas boas… mas, infelizmente, não possuem esse sentimento de coletividade. Foram corrompidos pelos cotidiano. No fundo, de alguma maneira, acho que estão um pouco certos. Se a gente não se colocar em primeiro lugar, quem vai fazê-lo?

A crise durou algumas horas (e de vez em quando, vai e volta), mas ultimamente tenho tentado me lembrar de uma frase da minha mãe, que nesse âmbito, se parece muito comigo. Ela diz: “Eu sou assim e sigo a minha natureza. Pelo menos, fiz a minha parte”. Eu também penso assim e, agora mais do que nunca. Acho que a vida possui mistérios grandiosos demais para o nosso entendimento, acredito em espiritualidade e acima de tudo, bondade. É claro que não devemos ser tapados, não é que tenhamos que permitir que nos passem para trás. Mas, cara….se ser honesto é ser bobo, se ser sincero e carinhoso é ser bobo, se nutrir amizades verdadeiras é ser bobo, se não tentar levar vantagem é ser bobo…Então, que bom! Eu sou boba, minha mãe também e, graças a Deus, temos a consciência limpa e um coração afetuoso.

Como SVU destruiu um dos meus personagens favoritos

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Law & Order SVU está em sua 17ª temporada e a sensação que tenho é que assisto essa série há um milhão de anos. São inúmeros e incontáveis os episódios que assisti e que, absurdamente, ainda faltam para ser assistidos. Outro dia eu estava lá em casa, em Minas, matando a saudade da televisão e acabei vendo um episódio que mostra o retorno da agente do FBI, Dana Lewis (interpretada por Marcia Gay Harden), Droga ! Eu preferia não ter visto… bom, vou explicar melhor.

Marcia Gay Harden fez várias participações em SVU e construiu a Dana de uma forma bem carismática – até esse momento. É realmente triste o que os escritores resolveram fazer com a personagem: ela passou de heroína  e durona à vítima e logo depois, a criminosa. Fiz uma pequena linha do tempo pra vocês entenderem do que estou falando:

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Temporada 7, Episódio 6 (Raw):

 –  HEROÍNA –

Em sua primeira aparição na série, Dana está infiltrada. Portanto, apesar desse enorme SPOILER que eu acabei de dar, não sabemos que ela é uma agente do FBI. Por isso a conhecemos como Star Morrison, uma mulher que participa de um movimento nazista e que parece adorar proferir um discurso de ódio contra judeus e negros. Não é atoa que os detetives Benson e Stabler desconfiem dela e façam de tudo para prendê-la, afinal, um garotinho negro acaba de ser assassinado e uma série de ataques parece ser planejada pelo grupo de Morrison. Quando tudo é desmascarado e Dana finalmente consegue prender o grupo nazista, ela não só se desculpa através de um belo discurso contra o racismo,  como também mostra ser uma pessoa bem bacana… corajosa, correta e cheia de coleguismo com os outros policiais.

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Temporada 8, Episódio 1 (Informed)

–  DURONA –

Pouco tempo depois da primeira aparição, Dana está de volta…. dessa vez muito mais carismática e poderosa.   Olivia é chamada ao hospital depois que uma moça (Haley), vítima de abuso sexual, é encontrada ferida e com a cabeça raspada em um hospital. Haley se nega a depor, o que leva Benson a roubar sua peça íntima e mandar fazer um exame de DNA para coletar provas. Depois de uma longa discussão sobre ética, descobrem que Haley está cooperando com Star Morrison em seu trabalho contra o eco-terrorismo.  Dana realmente gosta de Haley e quer protegê-la contra as ameças dos outros terroristas, tanto que coloca a própria vida em risco ao invadir a casa de um deles (e tinha uma bomba lá!). O problema é que Haley começa a desconfiar de Star e decide traí-la. É claro que a fodástica Dana não deixa isso passar barato e dá-lhe um tiro na barriga.

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Temporada 12, Episódio 8 (Penetration):

– VÍTIMA –

Sim!! Pelas fotos já deu pra reparar que essa mulher sai por aí atirando em muita gente. Bom… esse é um dos meus episódios favoritos com ela porque reúne as três características acima, onde ela consegue ser heroína, durona e vítima… tudo ao mesmo tempo.  Nesse episódio Dana aparece de madrugada na casa de Olivia e pede que ela analise um kit estupro que recolheu. Ela foi estuprada violentamente por um cara e precisa descobrir quem foi, para poder se vingar pessoalmente. Depois de muuuuto drama (e de uma cena fortíssima, onde ela descreve o estupro e diz que levou mordidas e no seio enquanto estava sedada e enforcada), descobrimos que o mandante do crime foi o pai do rapaz que ela matou na sétima temporada, quando ela estava infiltrada num grupo nazista. Ela não deixa barato, não mesmo!

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Temporada 14,  Episódio 14: (Secrets Exumed)

– CRIMINOSA –

Esse episódio é um grande pesadelo, Dana reaparece, mas não da forma que a gente (eu, pra ser mais exata) esperava. A agente federal resolve reabrir o caso de um assassinado cometido há vinte e cinco anos atrás. Um criminoso está prestes a ser solto, mas ela tem certeza que ele cometeu o assassinato e quer fazê-lo pagar.  O fato é que Benson descobre que Dana tem uma certa proximidade com o homem que na época era namorado da vítima. Pior, ele descobre que Dana tinha namorado com o mesmo cara e engravidado dele. Não bastasse, o cara a fez abortar e a trocou pela moça assassinada. Pois é, ligaram os pontos? Dana matou a moça por recalque… COMOASSIM BRASEL!? Nãaaaaaaaaao! Depois de uma personagem feminina tão incrível, tão inteligente, forte e independente… eu me pergunto PQ DICK WOLF? PQ? WHY???!

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AH VÁ!

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Faking it ♥

Faking It

Faking it já entrou em sua segunda temporada e eu ainda não comecei a assistir os episódios novos. De qualquer forma, gostaria de fazer uma rápida nota sobre essa fofíssima série da MTV, que ganhou meu coração depois de mostrar uma história romântica pouco convencional e cheia de intrigas.

Escondida atrás de uma cortina de “trama adolescente”, Faking it levanta uma série de questiomentos de gênero, sexualidade e juventude e me parece refletir, em um momento oportuno, a mudança de percepção social sobre a homossexualidade. É uma mudança lenta, mas que está mais do que presente nas pautas atuais e, sem dúvida, é de grande importância. Hoje, vendo uma outra série americana (How to get away with murder) tive uma pequena reflexão sobre o atraso da televisão brasileira, que ainda retrata a homossexualidade de maneira caricata, pouco respeitosa ou, com polêmicas desnecessárias.

Faking it

Faking it conta a história de Amy e Karma, duas amigas do ensino médio que fazem de tudo para chamar atenção dos colegas. Elas querem ser populares e a melhor maneira que encontraram para fazê-lo foi… fingido ter um relacionamento. O falso casal cai nas graças do colégio inteiro e, num virada de jogo, se tornam as rainhas do baile. O problema é que para Karma tudo não passa de uma brincadeira. Na cabeça da garota, logo elas vão revelar para todos que nunca foram namoradas e tudo ficará bem. Karma, na verdade, é heterossexual e está perdidamente apaixonada por Liam. Por outro lado, Amy está realmente apaixonada por Karma e não sabe como contar para a amiga, sem afastá-la.

A série é mesmo uma fofura, cheia de momentos leves e divertidos que arrancam um leve sorriso rosto.  Como a duração dos episódios é pequena (acho que vinte e cinco minutos), os episódios não ficam maçante e dão aquela sensação de “quero mais”. 

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