Lave o rosto com o sabonete de sua preferência em seguida esfolie com açucar cristal, lave para retirar o açucar. Bata clara de 1 ovo em neve, passe no rosto, coloque uma rodela de pepino em cada olho e deixe por 20 minutos. Enquanto estiver com a máscara não converse e fique com o rosto totalmente relaxado. Agora lave o rosto com água fria. Você estará com o rosto lindo, firme, sem marcas de expressão e descansado. Esse efeito dura algumas horas. Agora maquie-se e aproveite, a noite é sua.
“Olha, eu sei que o barco tá furado e sei que você também sabe, mas queria te dizer pra não parar de remar, porque te ver remando me dá vontade de não querer parar de remar também, Tá me entendendo? Eu sei que sim… ” ♥
Quando penso em Frida Kahlo faço logo uma associação entre beleza e dor. Em uma das diversas conversas que tive com um professor da faculdade, me remeti logo as sensações das tragédias que foram vividas pela artista. Hoje de manhã ele me disse: “tristeza menina, é viver sentindo dor”. E do pouco que conheço sobre a vida de Frida, sobre o relacionamento conturbado com Diego Rivera, do acidente que a deixou imobilizada e da saúde frágil que tinha, tudo o que me parece sobressair dessa figura é uma força incontestável, um atrevimento, uma disputa com a morte, uma ausência de vergonha ou culpa.
Sabe, e a vida dela foi marcada por tantos acontecimentos trágicos:
*quando tinha seis anos contraiu poliomielite que ocasionou uma lesão no pé direito, assim usava calças e meias longas para esconder a perna raquítica.
*Aos 18 anos, em 1925, sofreu um acidente de ônibus. Teve fraturas múltiplas na espinha (uma barra de ferro atravessou suas costas e a artista teve a pélvis perfurada).
* Durante um longo processo de recuperação, começou a pintar. Depois de um conturbado relacionamento com Diego Rivera, sofreu dois abortos (era o que mais lhe doía).
É claro que a vida de Frida não foi só de tristeza. A pintora viajou meio mundo, amou loucamente! Frida não deixava as traições de Diego por menos, namorava também com homens e mulheres (entre eles Josephine Baker e Leon Trotsky). Mas a melancolia das suas pinturas, a tristeza que escorre em seus olhos e que muitas vezes choca são muito tocantes. E sabe o que eu penso? Bom, eu acho que todos nós temos um pouco de Frida Kahlo, todos nos sabemos qual é a dor que nos dói mais (seja ela física ou não). E essa dor é tão vasta, e tão universal que nos une…
Direção: Maiwenn. Com Karin Viard, Joey Starr e Marina Fois. Uma Jornalista, responsável por cobrir a divisão de crimes envolvendo crianças, se apaixona por uma de suas fontes. Belas 3 : 21h30
1) O Ditador
(The Dictator, Estados Unidos, 2012, 1h23, 14 anos)
Direção: Larry Charles. Com Sacha Baron Cohen, Anna Faris e Ben Kingsley. A heróica história de um ditador que arriscou sua vida para garantir que a democracia nunca chegue ao povo de um país oprimido. Pátio Savassi 1: 16h40, 18h50. 21h e 23h30h
Hoje o Parque Municipal de Belo Horizonte não fechará às 18h, como de costume. Ao contrário disso, o local irá receber uma maratona de atividades artísticas (intervenções, oficinas, exposições de curtas, espetáculos) que serão realizadas até as 6h da manhã! O evento, que acontecerá pela primeira vez na capital mineira, conta também com a gastronomia que também estará presente no evento ( um exemplo é a Chefe Agnes Farkasvolgi e outros convidados que apresentarão menus entre R$ 5 a R$20).
A mostra de filmes em homenagem ao centenário de Nelson Rodrigues com exibição no Oi Futuro, está a fantástica! Desde o dia 1º de Setembro, é possível conferir obras cinematográficas baseadas nas peças de um dos maiores dramaturgos brasileiros. Confira os dias e horários das próximas exibições:
Dia 15“Beijo no Asfalto” – 1981- Direção: Bruno Barreto
Um desconhecido é morto ao ser atropelado por um ônibus e, agonizante, pede a um bancário que lhe dê um beijo na boca. Este gesto é transformado em escândalo pela imprensa sensacionalista e o homem que cometeu o “crime” de beijar passa a ser alvo de preconceito popular e também a ser investigado pela polícia.
Classificação etária: 14 anos19h | Multiespaço | Entrada franca
Dia 22 – “A Dama do Lotação” – 1978 – Direção: Neville D`Almeida
Carlos (Nuno Leal Maia) e Solange (Sônia Braga) se amam desde jovens e se casam. Na noite de núpcias, Solange resiste ao marido, que, impaciente, acaba estuprando-a. Para se satisfazer, ela assume outro comportamento e começa a fazer sexo com homens que não conhece. Daí entra numa rotina diária de seduzir homens em coletivos.
Classificação etária: 18 anos19h | Multiespaço | Entrada franca
cena do filme “Os Sete Gatinhos”, com Lima Duarte
Dia 29“Os Sete Gatinhos” – 1980 – Neville D`Almeida
O filme conta a história de Silene, a caçula das cinco filhas de Aracy e Seu Noronha. A mais mimada de todas e, por ser a única “pura”, tem o direito a uma boa educação em um colégio interno. Mas logo a vida da Família Noronha toma um rumo diferente, quando a garota é acusada, no colégio, de matar a pauladas uma gata grávida.
19h | Multiespaço | Entrada franca
Dia 21, sexta-feira – excepcionalmente“Bonitinha, mas ordinária” – 1964 – Direção: J. P. de CarvalhoUma moça rica fica obcecada ao ler no jornal a notícia de um curra sofrida por uma empregadinha. Pede ao amante, seu cunhado, que a faça ser vítima de idêntico ato. Quando a família da moça toma conhecimento dos fatos, procura, desesperadamente, arranjar-lhe um casamento.
Por dezoito reais (em um bazar da PUC) comprei o livro “Cartas” organizado por Ítalo Moriconi com uma seleção de mensagens enviadas por Caio Fernando Abreu a parentes e amigos íntimos. Com uma sensibilidade inquestionável, o autor relata fatos curiosos sobre seus namorados (inclusive sobre o relacionamento com Cazuza) e suas viagens, além de uma descrição profunda sobre a dura realidade que enfrentou nos últimos anos de vida, quando foi diagnosticado com aids.
Em cerca de 532 páginas, me deparei com inúmeras reflexões sobre a vida, sobre o amor, morte, dor e solidão (aliás, Caio F. me pareceu uma pessoa muito só, ele relata de maneira dolorida o quando sofria quando chorava sozinho nas escadas de casa por sentir uma falta sufocante: “falta de gente”).
Uma das reflexões de Caio F. me tocou profundamente, é sobre um sentimento de vastidão incalculável, o amor. Ele questiona a Maria Adelaide Amaral (a qual carinhosamente apelidou de “Levíssima”, que pesava 42 quilos) se o amor se passa em dois níveis: o do lúdico e o do real.